Presidente da ABEGS destaca potencial do Brasil na exportação de genética suína

A evolução da suinocultura brasileira tem reposicionado o país no cenário global, não só como exportador de carne suína, mas também como fornecedor de material genético. Esse avanço decorre de investimentos contínuos das empresas de genética suína – desde a importação de animais até a criação de centros de excelência em melhoramento genético – e foi impulsionado pela modernização da Estação Quarentenária de Cananeia, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Com isso, o Brasil atinge o patamar dos principais produtores globais de genética suína, fortalecendo sua competitividade e abrindo novas oportunidades no mercado internacional.

Esse será o tema-central da palestra do presidente da Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), Alexandre Rosa, na Conexão Latino-Americana: Fortalecendo Parcerias na Cadeia de Valor da Suinocultura, que acontece nesta quinta-feira (27), em São Paulo.

Durante sua apresentação, o executivo vai destacar as características do modelo de produção suinícola brasileiro, seus diferenciais sanitários, a evolução genética do plantel nacional e as oportunidades que esse avanço abre para o Brasil no mercado interno e externo. “Investimos continuamente em tecnologias que aprimoram as características de maior impacto econômico na nossa suinocultura, impulsionando a produtividade e fortalecendo a competitividade do setor”, afirma Alexandre.

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