Chuvas escassas e temperaturas elevadas podem comprometer o milho segunda safra

Os mapa sindicam bons volumes de chuva sobre a região central do país até o final de março. Já para abril e maio mostram volumes abaixo da média para a região central, ponto de atenção para a segunda safra. De acordo com a Noaa, os próximos meses devem ser de um padrão de neutralidade climática.

As áreas centrais do Brasil devem receber bons volumes de chuva, na forma de pancadas, nos próximos dias. As chuvas com maiores acumulados devem acontecer no cerrado, favorecendo o Mato Grosso, Goiás e o Matopiba. Por outro lado, no Sul, o tempo mais seco deve seguir, com previsão de chuvas mais significativas apenas no final de março.

Os mapas do modelo americano (GFS) apontam para chuvas abaixo da média para abril e maio para as regiões produtoras de milho segunda safra. Do oeste do Mato Grosso ao Paraná, a perspectiva é de menores acumulados e temperaturas acima da média. No Centro Oeste, as chuvas são esperadas até a primeira semana de abril, com redução gradual a partir daí. A perspectiva de chuvas abaixo da média pode prejudicar o potencial produtivo do milho segunda safra.

A mais recente atualização da Noaa mostrou que as condições de La Niña persistiram durante fevereiro, mas os meteorologistas esperam que as condições de neutralidade se desenvolvam a partir de março e persistam durante o inverno do Hemisfério Sul. Segundo a Noaa, há 75% de chance de que a média de fevereiro a abril seja de um Pacífico neutro, condição que deve durar até setembro. Depois, para a média outubro a dezembro, a Noaa aponta chances iguais de neutralidade e La Niña novamente. O padrão de neutralidade tende a ser positivo para o plantio e o desenvolvimento das safras de soja e milho dos Estados Unidos.

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