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O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago apresenta um ritmo de cautela e opera próximo da estabilidade na manhã desta quinta-feira (11). Os investidores evitam fazer grandes movimentações e mantêm as posições lateralizadas enquanto aguardam a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda global, que será publicado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na tarde de hoje.
As cotações operavam em campo misto por volta de 7h35 (horário de Brasília), com baixa de de 1 ponto no julho, para US$ 11,22, e alta de 0,25 no setembro, que era cotado a US$ 11,26 por bushel.
O relatório é o principal direcionador do dia e deve trazer as novas estimativas para a safra norte-americana, além de dados sobre os estoques globais e a demanda, com atenção especial ao apetite importador da China.
As expectativas indicam uma ligeira diminuição nos estoques finais norte-americanos de soja – de 9,20 para 9,25 milhões de toneladas – ao passo em que para os estoques finais globais aposta em um aumento de 124,78 para 125,28 milhões.
Enquanto os números oficiais não saem, o mercado também segue monitorando de perto o clima no Corn Belt. Previsões de chuvas benéficas para as próximas semanas e o avanço do plantio limitam o espaço para altas expressivas, contrapondo-se ao suporte técnico vindo da ligeira piora nas condições das lavouras americanas avaliadas na última semana.
Do mesmo modo, os traders também acompanham a escalada dos conflitos no Oriente Médio, com novos ataques dos EUA ao Irã e o fechamento do estreito de Ormuz pelas forças iranianas. E apesar destes movimentos, a manhã desta quinta-feira é de baixa para os futuros do petróleo, tanto brent, quanto WTI.