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O mercado da soja passou para o lado positivo da tabela novamente netsa terça-feira (10), depois de operar em queda, realizando lucros mais cedo na Bolsa de Chicago. Perto de 12h05 (horário de Brasília), as cotações subiam de 5,75 a 8 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 11,18 e o maio a US$ 11,32 por bushel.
O mercado, além de se ajustar depois da recente disparada, se alinha também para receber o novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz hoje. O reporte chega às 14h e, segundo analistas e consultores, não deverá trazer grandes mudanças nos números, como fez no mês passado.
Os traders também já se preparam para os números que o USDA traz, entre 19 e 20 de fevereiro, do Outlook Forum, com as primeiras indicações da safra 2026/27 dos Estados Unidos.
Ainda assim, a conclusão da safra da América do Sul, a chegada da nova oferta do Brasil e o comportamento da demanda da China permanecem sendo acompanhados pelo mercado, ao passo em que os investidores seguem também de olho no financeiro.
No Brasil, a atenção do produtor para a formação do preço se divide com o dólar, que volta a subir hoje. A moeda americana tinha R$ 5,21 e alta de 0,4% neste início de tarde. Por enquanto, os preços no mercado nacional ainda pouco refletem o movimento de Chicago e os futuros acima dos US$ 11,00. Os prêmios estão pressionados e o câmbio ainda baixo não dá grandes chance de fôlego aos indicadores, mantendo-os fora da área de rentabilidade do sojicultor, o que limita o movimento de novos negócios.