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O boletim semanal de vendas para exportação dos EUA foi reportado nesta quinta-feira (25) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e trouxe números dentro do esperado para soja, milho e trigo, tanto da safra nova, quanto da velha.
SOJA
Na semana encerrada em 18 de junho, os EUA venderam 455,4 mil toneladas de soja da safra 2025/26, 7% a mais do que a semana anterior e 50% acima da média das últimas quatro semanas, e a expectativas do mercado variavam de 100 mil a 500 mil toneladas. Destinos não revelados foram responsáveis pela maior parte e a China, por 200 mil. Da safra 2026/27, as vendas somaram 902,2 mil toneladas, com a nação asiática respondendo por 69,5 mil do total. Para a nova safra, o intervalo das expectativas era de 450 mil a 1 milhão de toneladas.
MILHO
De milho, as vendas semanais norte-americanas da safra velha totalizaram 743,1 mil toneladas, 36% menores do que as da semana anterior e 27% se comparadas à média plurisemanal. O volume ficou alinhado às projeções do mercado, de 600 mil a 1,3 milhão de toneladas. O México se destacou como o principal destino do cereal dos EUA. Já da temporada nova, o país vendeu 735,9 mil toneladas, também com os mexicanos se destacando como os maiores compradores. O intervalo das expectativas do mercado era de 300 mil a 1 milhão de toneladas.
TRIGO
Os EUA venderam também 504,5 mil toneladas de trigo, contra projeções de 250 mil a 600 mil toneladas. Neste caso, o México também se destacou como o principal destino do grão norte-americano.
COMPLEXO SOJA
O boletim apontou ainda as vendas de 153,1 mil toneladas de farelo de soja 2025/26 – frente às projeções de 150 mil a 350 mil toneladas – ao passo em que as da safra 2026/27 foram de 29,2 mil, abaixo do intervalo esperado pelo mercado de 50 mil a 200 mil toneladas. A Colômbia e Honduras foram, respectivamente, os principais destinos.
De óleo de soja, os EUA venderam 900 toneladas 2025/26, alinhado às expectativas de 0 a 10 mil toneladas – e com a maior parte para o México. Não foram reportadas vendas da safra nova, o que também era esperado pelo mercado, que apostava em algo entre 0 e 5 mil toneladas.