Os nematoides têm ampliado sua presença nas áreas produtoras de soja do Mato Grosso do Sul, consolidando-se entre os principais desafios fitossanitários da cultura, nesse cenário, o LALNIX® RESIST WG vem ganhando destaque como uma tecnologia biológica de alta performance no manejo de nematoides na soja. Desenvolvido pela canadense Lallemand Plant Care em parceria com o Instituto Biológico, o produto possui o exclusivo isolado Trichoderma endophyticum IBCB 5612, atuando em diferentes fases do ciclo dos nematoides.
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Com ação sobre ovos, juvenis, fêmeas e cistos, o LALNIX® RESIST WG destaca-se como uma ferramenta biológica de alta performance no manejo de nematoides. A tecnologia atua diretamente na redução da pressão populacional no solo, além de estimular os mecanismos naturais de defesa das plantas, contribuindo para lavouras mais equilibradas, vigorosas e produtivas.
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Sua versatilidade de aplicação, via tratamento de sementes ou no sulco de plantio, facilita a adoção em diferentes sistemas produtivos. Resultados consistentes obtidos em diversas regiões agrícolas do país, incluindo avaliações da Fundação Chapadão, em Chapadão do Sul (MS), reforçam a eficiência e a confiabilidade do LALNIX® RESIST WG como aliado estratégico no manejo i ntegrado de nematoides na soja.
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Aos 60 dias após a emergência (DAE), o tratamento T3 (Onix + LALNIX® RESIST WG + LALNIX® RESIST WG (V4)) apresentou eficiência de 81,5% no controle de Heterodera glycines em comparação à testemunha. Esse resultado evidencia uma redução expressiva da população do nematoide, principalmente no sistema radicular, que é o principal local de infecção, desenvolvimento e multiplicação do patógeno, reforçando a efetividade do manejo ao longo do ciclo da cultura.
“É uma honra acompanhar o LALNIX® RESIST WG ao longo de tantas safras, desde o seu desenvolvimento até a atual fase comercial. Trata-se de um produto com grande potencial para o manejo e a redução dos danos causados por fitonematoides, especificamente o nematoide de cisto da soja.
Uma curiosidade relevante é que a Fundação Chapadão foi fundada justamente em razão dos desafios impostos por esse nematoide, que, à época, comprometia a viabilidade do cultivo de soja na região dos Chapadões. Por isso, contribuir para o desenvolvimento e a validação de uma tecnologia voltada para esse problema representa algo de grande importância, tanto para a Fundação quanto para toda a região produtora.” – Karoline Günther Morata, pesquisadora em Nematologia Agrícola.