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Soja recua em Chicago nesta 5ª feira, mas novembro ainda se mantém acima dos US$ 12,70

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Os preços da soja trabalham em campo negativo na Bolsa de Chicago na manhã desta quinta-feira (15), devolvendo parte dos ganhos recentes. Por volta de 7h17 (horário de Brasília), as principais posições recuavam entre 4,50 e 4,75 pontos. O contrato novembro/26 era negociado a US$ 12,72 por bushel, enquanto o janeiro/27 operava a US$ 12,87 por bushel. Março tinha US$ 12,95, maio US$ 13,03 e julho US$ 13,09 por bushel.

Apesar do movimento negativo desta manhã, o novembro ainda preserva o patamar dos US$ 12,70 por bushel, e o mercado segue acompanhando de perto o comportamento da demanda pela soja norte-americana, especialmente da China, além do avanço da colheita nos Estados Unidos e dos movimentos dos derivados.

Na sessão anterior, o mercado recebeu novo sinal da demanda chinesa. O USDA informou nesta quarta-feira (14) uma venda de 470 mil toneladas de soja dos Estados Unidos para a China, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

Ao mesmo tempo, os traders seguem atentos ao andamento da safra sul-americana, principalmente ao avanço do plantio no Brasil e às condições climáticas para o desenvolvimento inicial das lavouras.

Durante esta quinta-feira, o comportamento do óleo e do farelo de soja, além do dólar e de novas sinalizações da demanda, deverá continuar ajudando a definir a direção dos futuros em Chicago. O farelo volta a subir e tem quase 1% de alta, porém, o óleo ainda cede, tem 0,9% de baixa e limita o potencial de alta do grão. 

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