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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim mensal de oferta e demanda nesta sexta-feira (10) com poucas mudanças, como já esperado pelo mercado. O milho apresentou mais alterações em seu quadro do que a soja.
O mercado reagiu e, na Bolsa de Chicago por volta de 13h10 (horário de Brasília), os futuros do milho subiam mais de 1%, e a soja caminhava na carona do cereal, com ganhos de mais de 0,5%. Mais cedo, à espera dos dados, ambos recuavam.
SOJA
EUA – Na safra 2026/27 dos EUA, a produtividade da soja foi mantida em 59,41 sacas por hectare, enquanto os estoques finais da oleaginosa vieram estimados em 8,44 milhões de toneladas.
Já os estoques finais da safra 2025/26 apresentaram uma leve redução, saindo de 9,25 para 8,98 milhões de toneladas.
MUNDO – Já os estoques finais globais da safra nova vieram em 124,17 milhões de toneladas, ligeiramente menores do que os de junho, quando foram estimados em 124,88 milhões.
MILHO
EUA – No milho, produtividade também mantida para a nova safra dos EUA em 191,45 milhões de toneladas. Todavia, os estoques finais norte-americanos do cereal para a temporada 2026/27 caíram de 49,79 para 45,47 milhões de toneladas.
Os estoques da safra velha também recuaram e vieram estimados em 51,31 milhões de toneladas, contra 59,49 milhões do número de junho.
MUNDO – O reporte indicou ainda os estoques finais mundiais do cereal em 275,265 milhões de toneladas, menores do que os do mês passado de 281,22 milhões.