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O mercado da soja já testou os dois lados da tabela no pregão desta terça-feira (7) e, no início da tarde de hoje, volta a subir na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa seguem sustentados pelas condições de clima no Meio-Oeste americano preocupando a partir do próximo dia 10 e, por volta de 13h25 (horário de Brasília), as cotações subiam de 1 a 9 pontos nos principais vencimentos. Assim, o julho tinha US$ 11,91 e o novembro, US$ 11,92 por bushel.
O NOAA, o departamento oficial de clima do governo dos EUA, trouxe mapas atualizados para o período de 6 a 10 dias, considerando dos dias 12 a 16 de julho, que ainda indicam temperaturas acima e chuvas abaixo da média para regiões importantes de produção.


Assim, as preocupações com um comprometimento da produtividade fica mais evidente, mesmo com uma área maior de soja sendo esperada para a próxima temporada nos EUA.
De outro lado, a China vem confirmando compras de soja nos Estados Unidos, o que deixa também o mercado com um suporte adicional. “A Cofco teria reservado pelo menos seis carregamentos de soja dos EUA para embarque entre setembro e outubro. Isso entra junto com as 200 mil toneladas que compradores chineses já tinham comprado, segundo o USDA”, informou a Royal Rural nesta manhã de terça-feira.
Além disso, o Grupo Labhoro ainda informa que “segundo a Bloomberg, surgiram novos sinais de aproximação entre Estados Unidos e China após o presidente chinês Xi Jinping atender a um pedido de Donald Trump e autorizar a libertação do pastor cristão Ezra Jin Mingri. O gesto foi visto como uma tentativa de fortalecer o diálogo antes das negociações previstas para setembro, quando Trump afirmou esperar receber Xi por volta de 24 de setembro, durante o período da Assembleia Geral da ONU. Apesar da melhora no relacionamento, permanecem impasses em temas como comércio, investimentos e questões geopolíticas”.