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O mercado da soja ainda carrega movimentações contidas nesta sexta-feira (17), porém, passando para o lado positivo da tabela na Bolsa de Chicago. Novas notícias de demanda pela oleaginosa norte-americana informadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) deram espaço aos ganhos registrados nesta última sessão da semana, que foi fortemente marcada pela volatilidade.
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou novas vendas de soja nesta sexta-feira (17) que somaram 706,634 mil toneladas. O volume é todo da safra 2026/27 e, do total, 340 mil foram para a China; 256,634 mil para o México e 110 mil para o México. E assim, as cotações que vinham trabalhando de forma lateral, encontraram espaço para o fôlego.
Por volta de 14h (horário de Brasília), os ganhos variavam de 4 a 5 pontos nas posições mais negociadas, com o novembro valendo US$ 11,99 e o janeiro, US$ 12,14 por bushel.
Ainda nesta semana, o mercado recebeu os números também pelo USDA que sinalizaram as vendas semanais para exportação da safra 2026/27 em mais de 1,7 milhão de toneladas, acima das expectativas do mercado e trouxeram também este ponto de apoio aos preços na CBOT.
“O programa de vendas da safra nova americana segue forte e acima das últimas temporadas, mas de 4 milhões de toneladas até então. A China avançou nas compras das últimas semanas, dando suporte às cotações em Chciago. Atualmente, o país responde por 27% das vendas da safra nova”, informa o time da Agrinvest Commodities.
A semana vai se encerrando com o mercado da soja estável na Bolsa de Chicago, após novos dias de intensa volatilidade. A semana vai se encerrando com o mercado da soja estável na Bolsa de Chicago, após novos dias de intensa volatilidade. Além disso, nesta sexta-feira, os preços do petróleo voltaram a subir forte em função da escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, o que motiva altas de quase 3% do óleo de soja na CBOT, auxiliando no avanço do grão.
Já no Brasil, embora a semana também tenha sido volátil e de novos negócios sendo efetivados, o ritmo foi um pouco menos intenso do que o registrado na anterior. Nesta sexta, o dólar volta a subir e, combinado às altas de Chicago, segue mantendo o ambiente favorável e de oportunidades para o produtor avançar com sua comercialização de soja.